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Simão Gandhy e o seu country Cueio Manco

(Punto Áureo Fotografia)

Simão Ganhdy (por Punto Áureo Fotografia)

O incansável Simão Gandhy (guitarrista e professor de guitarra, inclusive aqui do Bom Tom) colocou o chapéu de cowboy em sua guitarra stratocaster e gravou uma música instrumental que parece vir diretamente lá de Nashville (Tennessee-EUA). Trata-se de do country-western “Cueio manco” que depois de um tempo engavetado, ganhou vida por esses dias. Aproveitei para conversar um pouco com Simão sobre a ideia por trás e intenções da gração.

Como surgiu a ideia?

Eu tenho esse country pronto há uns dois anos mas estava “engavetado”. Decidi tentar novamente e mostrei pra alguns música de Dourados pra finalizar já que a ideia não estava fluindo apenas comigo. Então, fui uma tarde à Campo Grande ao Estúdio 45 e com o Gabriel Basso (baixo) e Sandro Moreno (bateria), e resolvemos o som.

Foi tudo gravado num take só?

Sim e não. Porém fiz dois takes com duas guitarras diferentes (PRS e Fender Stratocaster) apenas para escolher o melhor timbre e ficou a gravação da primeira. De qualquer maneira, o que se ouve é o som do que foi tocado. Fizemos uma mix relâmpago na hora por que queríamos deixar as coisas o mais natural possível. Tem algumas falhas mas é mais humano, mais verdadeiro pegar o primeiro take.

Quais o seu set-up utilizado?

Guitarra stratocaster Fender SRV e amplificador Fender Bassman.

É apenas uma gravação ou será feito mais alguma coisa com isso?

Uma gravação avulsa e não tem relação com nenhum álbum ou trabalho que tenha continuidade.  Na tentativa de chamar atenção dos sertanejos e também por que o único cara que toca sertanejo e tem influência de country aqui na região acho que é o Almir Sater.

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Bom Tom saiu na mídia!

RevistaRápido e rasteiro, digo: uma crônica sobre o Bom Tom, escrita por Maria Eugênia Amaral,  saiu na edição de número 82 da revista Ímpar (Campo Grande-MS).

Ele tem um mapa do Centro-Oeste em sua trajetória. É cuiabano, mas passou toda a infância e boa parte da adolescência em Rondonópolis, cresceu um pouco mais em Coxim, morou dois anos em Campo Grande e despencou em Dourados. Nessa cidade, acabamos nos esbarrando em meio ao planejamento de um concerto de piano. Eu estava organizando o evento, apavorada com as surpresas da primeira produção; ele era o fotógrafo, calmo, centrado, um profissional competente que conduzia seu trabalho com segurança. E assim, quando mal percebemos, fomos parar em um altar – madrinha e padrinho de casamento de um músico que era nosso amigo em comum. Fotografia, música e amizade. Três elos poderosos e prazerosos.Em nosso último encontro de trabalho, percebi mudanças no ar. Sério, ele abandonou momentaneamente a câmera na sessão de fotos e, com voz levemente irônica, me fez uma confissão: “Nada, absolutamente nada contra música sertaneja universitária, mas… o tempo todo e todo tempo? Chega a incomodar. Massifica. Cansa!”. Percebo com clareza, e compartilho, o peso da mesmice. Pensando (e sentindo) assim, o eclético Goldem Fonseca – que além de fotógrafo é músico e publicitário – deu tratos à imaginação e, rapidinho, decidiu agir contra a maré dos excessos.

Bastou um simples acorde entre amigos que amam música e, com harmonia, surgiu o “Projeto Bom Tom”: um site colaborativo formado por jornalistas, fotógrafos, músicos e publicitários com a meta de fomentar e disseminar a música autoral de Mato Grosso do Sul – e do Brasil, é claro! Puro entretenimento, com MPB, rock, blues, jazz, chorinho e samba, entrevistando bandas, compositores, cantoras, cantores; divulgando notícias e dicas sobre o que ouvir, ver e ler sobre música; produzindo e apresentando vídeos-aula – praticamente um ponto de encontro para compartilhar ideias e ações criativas, além de surpreender com pitadas de bom humor, como na frase do Luciano Pavarotti: “Aprender música lendo teoria musical é como fazer amor por correspondência”.
O endereço (ainda provisório) é www.pbomtom.wordpress.com, com links de acesso ao “Canal Bom Tom” no YouTube e a uma fanpage no Facebook. Agora é só você clicar, experimentar e gostar, ou não! Afinal, é só mais uma opção – mas de bom tom!

Aproveite e acesse também o blog de Maria Eugênia Amaral para, além de ver o texto publicado aqui, também conferir o conteúdo sobre cultura que ela produz. Acesse http://www.mariaeugeniaamaral.com

 

Muito obrigado, Maria Eugênia.

 

Felicito-vos, músicos!

Quase me esqueço que hoje, 22 de novembro, é Dia do Músico. De todos aqueles que produzem trilhas sonoras que deixam nossos dias mais alegre, triste, melancólico, eufórico, ou seja, conforme o estado de espírito no qual no encontramos. É só procurar e facilmente encontramos algo para nos embalar, independente de gênero musical pelo qual tem predileção.

Um enorme muito obrigado a todos os músicos de todo o mundo. Além de construir, como disse, a trilha sonora de nossas vidas, é inspiração diária para criar conteúdo para o Bom Tom. Para isso, aí estão duas homenagens que fizemos a eles.

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Inusitados e criativos

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Entre tantos lançamentos interessantes no mundo da música e do entretenimento, neste começo de semana, dois me chamaram muito atenção. Um por ser inusitada e outro por ser divertido e criativo.

Comecemos pelo inusitado porém não menos criativo. Norah Jones e Billie Joe juntaram-se, a convite dele, para gravar um cd com músicas da dupla de cantores de rock com influência country The Everly Brothers. É o tipo de união que eu, com minha mente limitada, nunca pensei ser possível de acontecer. Muito em razão de ser um tipo de sonoridade, calma e harmônica, mais aproximada de Norah Jones que do som que Billie Joe toca. É só lembrar que a senhorita em questão, mesmo  distante de seu jazz suave de início de carreira, ainda continua com sua suavidade musical; e o rapagão é o maluco inveterado ainda é da Green Day, líder e vocalista da banda, hoje um pouco mais calmo.

No entanto, “Foreverly” é um álbum muito gostoso de ser ouvido a qualquer momento mas principalmente dirigindo durante uma viagem mais longa. Vale muito à pena para ouvir a bela união que resultou entre as vozes dos dois e pequenos incrementos nos arranjos que, acredito eu, fez jus ao que The Everly Brothers produziu.

Entre coisas que Joel disse a respeito da gravação desse álbum, é o fato de ter convidado Norah por querer expandir um pouco o conceito  das músicas, por serem originalmente as músicas cantadas por dois homens. E também por afirmar que ela canta tudo muito bem, do rock ao country. E eu concordo.

Ouça  o álbum “Foreverly”, que será lançado oficialmente no dia 24 de novembro, na íntegra.

https://soundcloud.com/wmi/roving-gambler/s-HOUUz/related

A segunda coisa, divertida e criativa, fica por conta do novo vídeo lançado por Bob Dylan. Interessante notar que o clipe é para o sucesso “Like rolling Stone”, música e sucesso de seu álbum “Highway 61 Revisited” de 1965. Pelo o que vi, valeu muito à pena ter esperado todo esse tempo para produzir um vídeo para essa música pois a ideia é simples e genial: imagine que você esteja zapeando e em todos os canais da TV e diferentes tipos de programas estão tocando e cantando a música em questão. O genial disso tudo? Você mesmo que zapeia entre esses canais.

Clique no link abaixo, veja e interaja com o vídeo.

http://video.bobdylan.com/

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