Tag Archive | Bom Tom

Vídeo-aula de Slap Bass com Eduardo Santana

Dando início as videos-aula de contra-baixo aqui no Bom Tom.  Nesse vídeo, temos uma rápida aula de slap bass com Eduardo Santana. Para quem se interessa por essa técnica percussiva, ouça artistas como Marcus Miller, Alain Caron, Stanley Clark, Flea, Larry Graham, que são nomes famosos por utilizarem muito bem esse estilo.

Para quem não conhece, Eduardo Santana é baixista das bandas Trajeto 2 e Ruído Paralelo (ambas de Dourados-MS) assim como professor da escola de música Oficina das Cordas.

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Guitarra Funk – fundamentos

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Nesta vídeo-aula, Simao Gandhy fala sobre a guitarra funk, estilo que é muito dito como “som da Motown”, em referência a antiga gravadora norte-americana, famosa pelo seleto time de artistas de funk, r&b, soul. Tem como nome forte nesse gênero, dentre tantos, o guitarrista norte-americano Ross Bolton. No vídeo, Simão ensina desde os princípios básicos de montagem de um groove até ideias de timbres relacionados ao estilo.

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Baixe a nova música do 5 a Seco.

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Os meninos do grupo paulistano 5 a Seco liberaram para baixar gratuitamente, através do site Natura Musical, a nova música “Geografia sentimental”, esta que integrará o próximo disco “Policromo”, que sairá logo em breve.

Segundo eles próprios, “Geografia sentimental é “uma canção em plano sequência, um passeio pela cidade imaginária de nossos afetos”, define o coletivo de compositores. A música foi composta por Leo Bianchini e Vinicius Calderoni, que gravaram violão e as vozes (Bianchini assumiu a bateria também), ao lado de Pedro Altério (baixo) e Tó Brandileone (guitarras e percussão), além do coro formado pelos cinco integrantes.”

Para quem ainda não conhece 5 a Seco,  é um coletivo de compositores multifuncionais e que cada um dos integrantes tem a sua carreira solo formado por Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderon. Uniram-se para compor o trabalho em grupo, que resultou no cd/DVD “Ao vivo no Ibirapuera” (2012), e para também dar maior visibilidade para o trabalho individual de cada integrante.

Baixe a música acessando o link http://bit.ly/1knt1wl

Uma dica para quem ainda não se ligou: tem uma música deles na trilha sonora na novela “Em família”. Veja abaixo o vídeo “Pra você dar nome”:

 

 

E a produção musical do seu Estado? Conhece?

Jerry Espíndola & Pétalas de Piche

Jerry Espíndola & Pétalas de Piche (por Gabi Dias)

Uma das coisas mais interessantes em lidar com Bom Tom, pelo menos pra mim, é o fato de desmistificar o fato de que Mato Grosso do Sul tem produção musical estagnada, sem relevância e qualidade, que apenas exporta música enlatada. Pura desatenção de todos nós e feliz daqueles que conhecem esse prolífico cenário diverso, seja por estarem inseridos no grupo certo seja por terem “esbarrado” com tais músicos/bandas em festas ou bares.

Para dizer a verdade, eu mesmo tinha esse pré-conceito e era simplesmente por puro desconhecimento e preguiça, afinal não nos falta meios para conhecer novos nomes da música brasileira. Então, a partir do momento em que me abri a isso, procurar e conhecer a música local, caiu por terra o meu descontentamento por achar que apenas grupos diminutos faziam trabalho autoral de qualidade e a maioria das bandas/músicas existiam para animar festas dos que saem simplesmente para beber e não necessariamente ouvir música.

Entretanto, engana-se quem acha que essa é uma situação destinada apenas aos Estados menos favorecidos econômico e (dito!) culturalmente. Como exemplo, cito quando estive na cidade de São Paulo fazendo um curso de Jornalismo Cultural e, em dado momento, descobri que a maioria dos presentes, assim como outros conhecidos da cidade, nunca tinham ouvido falar do trabalho de alguns grupos paulistas que para nós, aqui do MS, já tínhamos conhecimento pleno. Mesmo depois de um amigo me dizer que, apesar de ser uma cidade com maior número de eventos culturais, algumas coisas ainda ficam destinadas a grupos restritos, isso me intriga.

Voltando ao MS, e já que o assunto é sobre o que de bom aqui tem, não é preciso ir muito longe para encontrar bons nomes. Jennifer Magnética, Giani Torres, Dagata e os Aluízios, Leandro Perez, Dombraz, Sarravulho, Jerry Espíndola & Pétalas de Piche, Guilherme Rondon, Sampri, Geraldo Espíndola, Hermanos Irmãos Trio, Sofia Basso, Guilherme Cruz . Isso para dizer apenas alguns, mais necessariamente os primeiros que me passaram pela mente. Por enquanto, apenas por enquanto, acho que é o suficiente para desmistificar a cultura musical diversa sul mato-grossense. Se fizer o favor de pesquisar a respeito desses nomes citados, verá que não são de um gênero só. Temos por aqui samba, rock, mpb, jazz, folk. Infelizmente, ainda essa produção prolífica do MS é de conhecimento de poucos e faz com que muitos artistas ou desaninem ou desistam pois público restrito não gera locais o suficiente para escoarem e darem vida longa ao trabalho que produzem.

Isso tudo me leva a questionamentos para os quais, por hora, não tenho respostas (quem a tiver, por favor, me responda!). Será que estamos “escondendo” alguns nomes, que poderiam ser mais amplamente conhecidos, com medo de que percam qualidade?; será que realmente não existem meios o suficiente para dar vazão a tanta coisa boa? ou será que ainda temos a esperança que a mídia facilitada e massificada nos apresentar tais nomes tão logo? ou será que falta melhor utilizarmos os meios existente e super acessíveis?; será que não “endeusamos” em demasia os clássicos da MPB, a ponto de relegar o restante a subcategorias e descrente, mesmo tendo qualidade o suficiente?; será que realmente estamos interessados em conhecer nossa própria produção musical?

Dagata e os Aluízios (por Punto Aureo Estudio )

Dagata e os Aluízios (por Punto Aureo Estudio )

Bom Tom saiu na mídia!

RevistaRápido e rasteiro, digo: uma crônica sobre o Bom Tom, escrita por Maria Eugênia Amaral,  saiu na edição de número 82 da revista Ímpar (Campo Grande-MS).

Ele tem um mapa do Centro-Oeste em sua trajetória. É cuiabano, mas passou toda a infância e boa parte da adolescência em Rondonópolis, cresceu um pouco mais em Coxim, morou dois anos em Campo Grande e despencou em Dourados. Nessa cidade, acabamos nos esbarrando em meio ao planejamento de um concerto de piano. Eu estava organizando o evento, apavorada com as surpresas da primeira produção; ele era o fotógrafo, calmo, centrado, um profissional competente que conduzia seu trabalho com segurança. E assim, quando mal percebemos, fomos parar em um altar – madrinha e padrinho de casamento de um músico que era nosso amigo em comum. Fotografia, música e amizade. Três elos poderosos e prazerosos.Em nosso último encontro de trabalho, percebi mudanças no ar. Sério, ele abandonou momentaneamente a câmera na sessão de fotos e, com voz levemente irônica, me fez uma confissão: “Nada, absolutamente nada contra música sertaneja universitária, mas… o tempo todo e todo tempo? Chega a incomodar. Massifica. Cansa!”. Percebo com clareza, e compartilho, o peso da mesmice. Pensando (e sentindo) assim, o eclético Goldem Fonseca – que além de fotógrafo é músico e publicitário – deu tratos à imaginação e, rapidinho, decidiu agir contra a maré dos excessos.

Bastou um simples acorde entre amigos que amam música e, com harmonia, surgiu o “Projeto Bom Tom”: um site colaborativo formado por jornalistas, fotógrafos, músicos e publicitários com a meta de fomentar e disseminar a música autoral de Mato Grosso do Sul – e do Brasil, é claro! Puro entretenimento, com MPB, rock, blues, jazz, chorinho e samba, entrevistando bandas, compositores, cantoras, cantores; divulgando notícias e dicas sobre o que ouvir, ver e ler sobre música; produzindo e apresentando vídeos-aula – praticamente um ponto de encontro para compartilhar ideias e ações criativas, além de surpreender com pitadas de bom humor, como na frase do Luciano Pavarotti: “Aprender música lendo teoria musical é como fazer amor por correspondência”.
O endereço (ainda provisório) é www.pbomtom.wordpress.com, com links de acesso ao “Canal Bom Tom” no YouTube e a uma fanpage no Facebook. Agora é só você clicar, experimentar e gostar, ou não! Afinal, é só mais uma opção – mas de bom tom!

Aproveite e acesse também o blog de Maria Eugênia Amaral para, além de ver o texto publicado aqui, também conferir o conteúdo sobre cultura que ela produz. Acesse http://www.mariaeugeniaamaral.com

 

Muito obrigado, Maria Eugênia.

 

Segunda parte da vídeo-aula sobre o solo de Highway Star

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Neste segundo, Simão Ganhdy finaliza as características e pormenores do solo da música Highway Star, uma das mais famosas da banda britânica Deep Purple, e consta no álbum Machine Head do ano de 1972. E também sugere forma de estudo para ter um melhor desempenho ao praticar tal aula.

O solo de de Highway Star é um solo composto por Ritchie Blackmore. Não é um improviso como os que Blackmore costuma fazer no estúdio, por isso tem um desenvolvimento muito claro de motivos, um desenrolar do solo de forma pensada. Sem contar a aula de bens e palhetadas alternadas, uma verdadeira aula de técnica, feeling e bom gosto.

Veja a primeira parte da vídeo-aula de Highway Star http://bit.ly/OHV80O

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Resenha da eclética guitarra Gibson ES-335

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O que Neil Young, Marco Tulio (Jota Quest), Marcos Ottaviano (Blue Jeans), Mark Knopfler, Eric Clapton, Eric Johnson, Dava Grohl (Foo Fighters), Chuck Berry tem em comum? Todos tocam e são fãs do modelo Gibson ES-335, modelo semi-acústico com mais de 50 anos de história. E Simão Gandhy faz a resenha dessa bela e eclética guitarra.

A Gibson ES-335 é uma semi-acústica que tem partes ocas e um bloco solido no centro para reduzir a realimentação de som em altos volumes. É uma guitarra que tem fãs em vários estilos como no blues, rock, jazz. Tem voltado a aparecer com muita frequência em novas bandas devido ao visual retro que está em alta. As características sonoras desta guitarra são conhecidas pela sonoridade “doce” de som, um grave encorpado que conquista ouvintes de vários estilos.

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